A Tecnologia da Informação e algumas de suas conseqüências efetivas para o projeto atual

Danilo Matoso Macedo
ago.2003

Texto apresentado no seminário Arquitetura e Conceito – no Eixo Construir, habitar, pensar hoje: o que é projetar? – promovido pela Escola de Arquitetura da UFMG em agosto de 2003

Nossa percepção do espaço e tempo em que habitamos vem mudando continuamente e cada vez num ritmo mais acelerado. Isso não é fato nem constatação nova. Ao contrário, está na base mesma da elaboração conceitual do movimento moderno. Cubismo, futurismo e praticamente todas as vanguardas artísticas e arquitetônicas da primeira metade do século XX baseavam-se na alteração do conceito de distância – reduzida pela evolução dos meios de transporte e comunicação – e na conseqüente alteração da percepção do tempo. É tema tratado exaustivamente na teoria arquitetônica; desde os escritos de Le Corbusier [1] , tão influentes no Brasil, passando pela elaboração histórico-tecnológica de Sigfried Giedion [2] , até o estruturalismo de Herman Hertzberger [3] .

Entretanto, com o desenvolvimento das novas tecnologias da informação – leia-se computação -, a popularização da internet e as múltiplas possibilidades de representação gráfica em vetores tridimensionais, o assunto da relação espaço-tempo tem voltado à baila com mais freqüência no discurso de vários arquitetos. A simples capacidade humana de abstração, quando instrumentalizada visualmente através do computador, ganhou o nome de realidade virtual. A referência imediata a diversos documentos, quando feita através da internet, foi batizada de ciberespaço. A articulação entre os elementos eletrônicos de computador foi batizada de arquitetura. Algo de novo estava ocorrendo, tomando e adaptando para si o jargão dos arquitetos e, para seu estranhamento, eles próprios não participavam deste processo. Era natural que alguns arquitetos e teóricos oportunistas se aproveitassem da popularidade desses neologismos para arvorar-se os tradutores legítimos desta nova realidade para o discurso arquitetônico. Rapidamente pipocaram em revistas de arquitetura duas novas espécies de temas: os primeiros eram as digressões teóricas que, descambando freqüentemente para a filosofia e sociologia puras, afirmavam que as tecnologias da informação deveriam necessariamente afetar a concepção de arquitetura pois alteravam a concepção humana de espaço-tempo; os segundos eram uma série de projetos representados em 3D com espaços curvos, complexos, plenos de transparências, multifacetados, de imagem impactante, definição de materiais difusa e definitivamente nenhuma relação com técnicas construtivas e físicas do mundo real. Não se pode dizer que eram especulações inválidas, embora certamente fossem ingênuas. Afinal de contas, era óbvio que um novo instrumento de comunicação e informação faria parte da já centenária tradição moderna de refluxos criativos, modificação e compressão de tempo e espaço. Era óbvio também que as tecnologias de representação tridimensional facilitadas pela máquina possibilitariam um sem número de experimentos formais e espaciais novos. O que era de se estranhar era o fascínio exacerbado dos arquitetos com estes novos fatores. Grupos inteiros de pesquisadores lançaram-se – agora sim – numa verdadeira realidade virtual de idolatria ao instrumento computador e às suas possibilidades de comunicação e representação. Era e é um movimento que faz tanto sentido quanto a idolatria de uma régua paralela, de um televisor e do mundo de possibilidades que eles representaram. Mais neologismos da computação e da ciência foram apropriados pelos arquitetos: interatividade, indeterminação, multimídia e uma infinidade de outros. Ao ser tomada de empréstimo da informática, qualquer expressão imediatamente emprestava uma aura de vanguardismo, atualidade e qualidade a qualquer projeto ou texto, mesmo que ele nada de novo em si trouxesse ou pior: mesmo que a expressão fosse completamente inapropriada à argumentação em jogo.

Nesses momentos, como dizia Lúcio Costa, “pouco adianta falar à razão: não apenas porque nenhuma atenção será prestada a quem não grite, como porque – alguém acaso escutado – muito se arrisca ser vaiado.” [4] Passado já algum tempo desde o impacto inicial destas tecnologias, assentada a poeira do choque e amainado o turbilhão do fascínio, vêm à luz  suas legítimas contribuições e implicações para arquitetura. Dediquemo-nos a examinar algumas delas.

Discernir os efetivos pontos de inflexão da arquitetura apoiados na tecnologia digital não é tarefa dificultosa se evitamos a futurologia e o campo das possibilidades infinitas de evolução futura deste meios para determo-nos nas potencialidades já existentes com o que temos à mão. Assim evitamos o labirinto de divagações ontológicas, morais e tecnológicas existentes na possibilidade, por exemplo, do desenvolvimento da inteligência artificial, de verdadeiros cérebros digitais e da conseqüente criação de um novo campo de consciência e existência além da humana. E se o evitamos não é por desprezar esta possibilidade, mas por considerarmos que, por mais que o ser humano – tal como o conhecemos – transfira os seus valores, significações e até existência para parâmetros abstratos de convivência, ele sempre necessitará de um espaço construído que o acolha, onde se alimente, se lave etc. Po mais que o convívio social se transfira para os novos meios de contato que não o concreto, o meio da carne, enquanto ela for necessária à existência, terá as mesmas demandas de alimentação, abrigo e reprodução que um camponês pré-histórico teria: o homem continua sendo a medida de todas as coisas.

Chamaremos aqui de arquitetura à elaboração e construção deste espaço concreto necessário à existência corpórea. Não que reivindiquemos exclusivamente para este campo o termo, mas diante do caos advindo da compulsão que os arquitetos têm em chamar a tudo que os circunda de arquitetura, preferimos a convenção da denominação antiga a ter que inventar outro nome para esta atividade que, acreditamos, continuará a existir e a ser necessária durante um bom tempo ainda.

O surgimento da possibilidade real de diálogo e realização de ações a distância por via digital trouxe consigo a clara conseqüência da diminuição da área física necessária à realização de trabalhos de escritório, bem como a atrelada redução de deslocamentos humanos envolvidos. A burocracia do papel já se transfere a largas passadas para a burocracia on-line. O campo da prestação de serviços e gerenciamento de operações financeiras é não apenas um poderoso motor e gerador de demanda para o desenvolvimento tecnológico, mas é também relevante como índice de transferência de valores simbólicos para além da matéria. É claro que este tipo de atividade é apenas o desenvolvimento de uma movimentação que já se fazia há décadas. É a expressão eficiente de um sistema flexível de acumulação de capital, onde a grande indústria é substituída pelo gerenciamento  de diversas unidades autônomas, onde a mercadoria concreta se confunde com a prestação de serviços [5] .

A presença deste campo da informatização é a mais ampla possível e talvez uma das poucas que atualmente não se restrinjam a uma camada social capaz de adquirir um computador e conectar-se à internet. Ela está presente não apenas nos grandes investimentos da bolsa de valores, mas também no dia-a-dia de um aposentado ou operário que confere seu extrato bancário num caixa eletrônico. A significativa pulverização e redução de área efetiva das agências correspondentes a estes campos é um poderoso indício da possibilidade de redução drástica da demanda de área de escritório necessária ao funcionamento de empresas prestadoras de serviços burocráticos e intelectuais de um modo geral. Diversas empresas que hoje ocupam edifícios inteiros nos centros das grandes cidades passam a necessitar de apenas um ou dois pavimentos destes mesmo prédios para operar, por estarem seus funcionários realizando seus trabalhos em casa ou em escritórios menores próximos a ela. A conexão digital já permite este tipo de velocidade de comunicação e troca de dados à distância.

Se estendemos a outros campos já em processo de informatização esta significativa diminuição do espaço necessário à realização do trabalho, vemos claramente à nossa frente a questão dos esvaziamento dos centros de empresas e escritórios das grandes cidades. Por outro lado, a substituição definitiva do modelo fordista de produção por sua pulverização em pequenas empresas traz para o indivíduo solitário a responsabilidade pela competição de mercado, fantasiando sua qualificação de autonomia e incutindo-lhe um sonho de independência na constituição de pequenas empresas semi-domésticas. Nesta mudança radical de valores, os centros das metrópoles contemporâneas gradativamente perdem o sentido original de lugares de trocas e interação social direta para transformarem-se quase que apenas em nós viários.

Para o arquiteto, surgem como problemas imediatos a reformulação funcional e simbólica das residências – incorporando nelas a possibilidade de realização de trabalho – e, na outra via, o redirecionamento de uso da massa de edifícios anteriormente destinados exclusivamente a escritórios e indústrias.

Não traçamos aqui um quadro de perspectivas futuras. São problemas reais com que já nos deparamos. Não é à toa que diversas instituições e o próprio governo federal tenham programas de financiamento deste tipo de recuperação [6] . Num contexto de esvaziamento efetivo dos centros das cidades, a revitalização do patrimônio histórico tem ganhado cada vez mais força não pela simples necessidade de manutenção de edifícios ainda pulsantes, mas pela força simbólica que este carrega como imagem de uma identidade perdida que se tenta recuperar em vão. O tema da revitalização urbana e edilícia talvez poucas vezes tenha sido tão recorrente quanto agora, não só pela demanda pragmática, mas também pela substituição da importância da urbe efetivamente necessária pela forjada importância simbólica de seus centros.

No campo da reabilitação de edifícios, o legado das vanguardas arquitetônicas do movimento moderno nos é precioso não só no campo das construções existentes como também por uma elaboração teórica que nos dê precedente de atuação. Se por um lado o desenvolvimento e consagração, no início do século XX, do esqueleto estrutural independente e da planta livre corbusiana são a base material que permite a reconversão em massa de edifícios de múltiplos pavimentos hoje em dia, por outro lado o desenvolvimento do tema da unidade mínima de habitação unifamiliar e individual naqueles tempos fornece-nos uma pista do que pode ser uma solução concreta para os problemas atuais com que nos deparamos.

Com a planta livre, proporcionada pela ossatura independente, a mudança de função é algo que pode ser facilmente absorvido por um edifício de base compositiva e construtiva moderna exatamente pelos princípios de flexibilidade e abertura dos espaços de sua composição original. Os problemas surgem precisamente nas falhas pragmáticas e simbólicas de alguns dos postulados da arquitetura moderna.

Uma séria falha pragmática, por exemplo, foi a crença cega na capacidade de desenvolvimento tecnológico industrial das estruturas e das vedações. No campo das vedações internas, até hoje não se desenvolveu um sistema eficiente que combinasse a uma só vez a possibilidade de pré-fabricação industrial, o conseqüente custo reduzido, a possibilidade de rearticulação simples dos espaços sem a necessidade de obras trabalhosas no local e a vedação acústica e estanqueidade necessárias à privacidade interna dos ambientes. Sucessivas pesquisas ao longo de quase cem anos até hoje não lograram um elemento que atendesse satisfatoriamente a estas premissas. As paredes milenares de alvenaria de tijolos continuam sendo uma alternativa economicamente mais viável para o construtor original do edifício, pelo que as reformas sofridas pela edificação necessariamente implicam em demolições e perda quase total dos materiais das vedações anteriores. Os painéis de gesso acartonado e similares recentes necessitam de emassamento e revestimento que lhes dê qualidade de acabamento e durabilidade, além de requererem – como as divisórias de madeira aglomerada e fibrocimento – mão-de-obra especializada para sua rearticulação. Painéis do tipo camarão e painéis de correr apresentam boas soluções nesse sentido, muito embora seu custo elevadíssimo de instalação torne-os alternativas pouco atraentes.

A necessidade de reconversões edilícias em massa a partir da redução de área necessária para a população de um centro urbano deve passar pelo estudo sério e definitivo de elementos de vedação baratos e de manuseio flexível e simples que se adaptem às diversas plantas livres a serem reformuladas. Neste ponto interfere em nosso juízo de valor o parâmetro decisivo da urgência ambiental global de economia energética e redução drástica da produção de resíduos pelo homem. Enquanto a vedação flexível ideal não surge, talvez uma solução esteja precisamente na via inversa da industrialização, na elaboração de sistemas que incorporem a matéria existente nos locais, numa espécie de reciclagem in loco que substitua a demolição pela remontagem. Os mesmos sistemas de informação que globalizam o fornecimento de mercadorias e materiais novos podem ser usados no agenciamento de materiais de segunda mão, provenientes de um processo de demolição não destrutivo. Neste caso, os tradicionais depósitos de entulho podem ser substituídos por empresas de agenciamento de materiais construtivos reaproveitáveis e de estoque articulado em bancos de dados digitais.

Se aliamos a conversão edilícia à busca de uma solução do déficit habitacional de nossas cidades, é forçoso pensar em unidades mínimas de habitação individual e unifamiliar. Isso não apenas em correspondência direta com a criação de unidades híbridas de trabalho e habitação, como também de modo que realmente a uma menor demanda de área para trabalho não corresponda um frívolo aumento da demanda de área para habitação.

A solução para este impasse está na própria mudança de paradigmas simbólicos sociais advinda das tecnologias digitais, que já aponta para uma possibilidade real de inclusão social e de habitação para todos mesmo dentro de uma perspectiva capitalista. Isso porque na via inversa da crescente semantização de valores abstratos, como o crédito bancário, as imagens, a informação e o conhecimento, está a dessemantização do espaço concreto. Como conseqüência, a matéria passa para a ordem do transitório e o abstrato passa para a ordem do permanente. Isso permite a um sistema de consumo acelerado trocar a habitação urbana por hospedagem urbana, à semelhança do que já ocorre com a alimentação, por exemplo. Interessa, portanto, a um sistema dependente da circulação intensa de capital que os espaços internos passem a significar pouco ou nada na formação do espaço existencial pessoal de cada indivíduo. Mais uma vez, lembramos que não fazemos prospecções aqui: a crescente expansão dos ramos de hotelaria e a explosão dos apart-hotéis dentro dos cenários urbanos é fato atual e verificável.

Paradoxalmente, os estudos de unidades habitacionais mínimas, feitos nos alvores do movimento moderno com a finalidade de equalizar as diferenças sociais através da habitação, hoje podem ser tomadas como paradigmas para a elaboração de unidades arrendáveis a curto prazo, numa exacerbação do capitalismo. A modularidade dos vãos médios de uma unidade habitacional mínima (entre 3m e 6m) encaixam-se facilmente nos intervalos estruturais de antigos edifícios de escritórios, com seus grandes vãos livres.

Nesse cenário individualista e cada vez mais abstrato, pouca diferença faz à população se a paisagem urbana é caótica ou ordenada, desde que persistam tanto as unidades individuais quanto as ilhas de convívio e consumo dos centros culturais, de lazer e comerciais. De pouco têm servido os protestos dos arquitetos e planejadores urbanos brasileiros nas tentativas de voltar a espraiar esta diversidade dos bairros das cidades: elas não têm interessado a quase ninguém, nem sequer aos políticos – os representantes do povo. Viver bem já não significa em absoluto viver em permanente comodidade estética no espaço construído, mesmo porque este conceito cada vez mais se relativiza e se manipula ao sabor das modas de consumo. Tampouco significa viver em harmonia social com a vizinhança, cada vez mais distante e isolada atrás de grades de proteção contra assaltos. É na capacidade de reformulação, de mudança, de conversão que reside nossa certeza existencial, já que de permanente só resta a memória. E que esta capacidade de renovação constante tenha suporte material adequado é dever do arquiteto. Mas no que consiste esta adequação?

Falido o sonho de engajamento político da arquitetura há já quase cinqüenta anos e tendo-se mostrado frívolas ou inócuas grande parte das articulações estruturalistas do moderno tardio, parece restar ao arquiteto ou bem continuar lutando pela recuperação do entendimento de algum sentido existencial no ato de construir ou bem dar de ombros e lançar-se ao sabor das elaborações abstratas e teóricas digitais. E nesse debate vêm se consumindo os arquitetos, reivindicando uns e outros o direito de uso do termo arquitetura, numa inútil discussão nominalista. Alinhamo-nos ao primeiro grupo, por haver nele a necessidade de combate em prol da reversão do quadro de desqualificação dos ambientes construídos. Já o segundo grupo, embora necessário e de sua validade, é de desenvolvimento alheio à cultura arquitetônica, no seio da indústria e do comércio e conseqüente direcionamento quase que exclusivo ao lucro. Parece-nos mais prudente tomar o meio digital como o que ele é – um instrumento – e não como o que queremos que ele seja ou signifique.

O arquiteto, como combatente pela requalificação do espaço concreto, torna-se peça fundamental na sociedade ao conseguir unir a grande coletividade dos interesses histórico-ambientais às intenções dos pequenos grupos promotores das obras construídas. Por interesses histórico-ambientais entendamos a responsabilidade em reduzir ao máximo os esforços e desperdícios futuros por novas construções e reconversões de edifícios, bem como a imprescindível economia de energia e recursos naturais tanto nas suas obras quanto no seu uso previsto. Estas são necessidades reais do homem atual e condições básicas para a continuidade de sua existência.

O arquiteto continua a ser o construtor e o designer, o designador que entende as propriedades dos objetos para dotá-los de autonomia necessária ao seu uso hoje mutável, pelos motivos que já colocamos. Não é na elaboração intencional de símbolos ou imagens – cada vez mais pertencentes à esfera abstrata – que está sua principal atuação demandada pela sociedade, mas na construção do dia-a-dia anônimo de cada objeto, elaborado com o envolvimento coletivo na criação de sua demanda e na sua materialização.

Direcionada deste modo, a consciência histórica do arquiteto deixa de ser uma forçada e fútil expressão formal pretensamente artística de um espírito de tempo para converter-se em responsabilidade social verdadeira e necessária, transformando-se em motivo real para a continuidade de sua existência profissional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E NOTAS

[1] Cf. LE CORBUSIER. Se delivrer de tout esprit academique in Pécisions sur un état présent de l’architecture et de l’urbanisme. Paris: G. Crès et Cie., 1930. p.26-35

[2] Cf. GIEDION, Sigfried. Space, time and architecture: the grow of a new tradition. Cambridge: Harvard University, 1949. 665p.

[3] Cf. HERTZBERGER, Herman. Lições de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

[4] COSTA, Lucio. Razões da nova arquitetura: 1934. in: COSTA, Lucio. Registro de uma Vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1995. p.109.

[5] O termo acumulação flexível de capital foi usado a partir de HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. Trad. Adail Sobral e Maria Stela Gonçalves. 4ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 1994. p.135-162.

[6] Um exemplo de plano de financiamento do governo  é o efetuado através da Caixa Econômica Federal. Cf. https://webp.caixa.gov.br/urbanizacao/sitios/sitios.asp , acessado em jun.2003.

Uma resposta to “A Tecnologia da Informação e algumas de suas conseqüências efetivas para o projeto atual”

  1. jacira Says:

    sera que é possivel faz er um trabalho sem as novas tecnologias de informação?


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